20 de dezembro de 2007

Alimentação como arma política


"O sector agrícola está orientado não para preservar, alimentar e matar a fome, mas na posse de um grupo muito pequeno que usa a alimentação como uma arma política que tem mais força que os exércitos."

António Campos in Agricultura, alimentação e saúde

7 de dezembro de 2007

Comunicar ajuda!

A campanha do Banco Alimentar Contra a Fome que decorreu no passado fim-de-semana permitiu recolher 1659 toneladas de alimentos que permitirão ajudar mais de 219 mil pessoas carenciadas.

Saber mais em http://www.bancoalimentar.pt/!

6 de dezembro de 2007

Peixinho fish

Hoje em dia são muitas as pessoas que procuram ter uma alimentação mais saudável e variada... e ninguém sabe tão bem adaptar-se às exigências dos consumidores como a indústria alimentar!

Desta vez a novidade são os peixinhos do Atlanti.co, criados a pensar nos mais novos que "torcem o nariz" sempre que a refeição é peixe.

Atlanti.Co escolhe o peixe fresco ideal para a dieta infantil, apresentando-o sem peles nem espinhas, em divertidas formas marinhas que tornam a alimentação das crianças muito mais saudável e divertida.


No entanto, podemos questionar-nos:

Qual é a diferença entre o preço destes... e o peixe fresco habitual?
De que forma estes peixinhos tornam a alimentação das crianças "muito mais saudável"? Não é isso possível com o peixe habitual?
Compensa habituarmos as nossas crianças a comer sistematicamente produtos assim processados?

20 de novembro de 2007

"Rótulos dos alimentos ignorados"




Os portugueses não prestam atenção à informação dos rótulos dos produtos alimentares. Notas que os poderiam auxiliar na altura de escolher uma alimentação saudável.


Jornal de Notícias, 13 de Outubro de 2007


O "rótulo" é o "Bilhete de Identidade" de um produto!
No momento da compra não olhes só para o preço!

19 de novembro de 2007

Contradição, ou exemplo de boa comunicação?

Qual foi o primeiro outdoor a ser colocado?

Quem está a responder a quem?

Qual será a postura de quem passa nesta rua?

15 de novembro de 2007

Saber comunicar!

Quando se fala de alimentação (bem como de qualquer assunto...) se queremos ser bem sucedidos, temos que saber comunicar. Além de sabermos de facto aquilo de que estamos a falar, temos que conhecer bem o nosso público, ser objectivos e simplificar a mensagem. São estes alguns pontos-chave para uma boa comunicação.

Como um belo exemplo de uma comunicação bem conseguida, temos o programa vitaminix!

"Come o que é saudável e serás saudável!" Vítor e Sofia


É um programa curto, simpático e ensina às crianças que para serem saudáveis devem ter uma alimentação equilibrada. O vitaminix passa no Canal Panda, ao final da tarde. Muitas vezes não se alcança o sucesso numa comunicação porque não somos objectivos, tentando transmitir demasiada informação num curto espaço de tempo... e/ou utilizamos uma linguagem pouco acessível ao público alvo. Como exemplo, ouçam esta comunicação sobre alimentação, que passou na TSF.

14 de novembro de 2007

O que é comunicar?

Comunicar é isto! Simplificar uma mensagem!


Esta imagem fala por si, choca. E, por isso, consegue atingir os objectivos a que se destina, chamar a atenção para o problema da anorexia.

8 de novembro de 2007

Escolhemos?

Quando vamos às compras e optamos por um produto, mesmo sem pensarmos nisso, estamos a ser influenciados por estratégias de marketing. A indústria alimentar não foge à regra! Leva-nos a conhecer uma marca, um produto, as suas características específicas ou modo de utilização; a gostar desse produto... criar laços afectivos com ele, associando-o a determinados momentos bons da vida e a agir, desafiando-nos a provar, a experimentar novas combinações e modos de preparação!

Espreitem aqui o site da Vaqueiro®, um bom exemplo da utilização destas três estratégias.

Compramos em muito pela forma como os alimentos nos são apresentados!


5 de novembro de 2007

Há cebolas para todos (os gostos)!

Cebolas ricas em ácido fólico, para grávidas, ou com sabor adocicado para crianças, cebolas biológicas e cebolas ricas em cálcio para combater a osteoporose dos mais idosos, são as novas apostas da empresa Rute Rosário/Mediciu de Alcanena, líder de mercado no sector das cebolas em Portugal.


Apesar de alguns meios de comunicação social terem abordado este tema, ainda não há resposta para algumas questões.

Quanto custa 1kg de “cebolas normais”? E destas?
Cebolas doces para os mais novos? Tão doces que caramelizam ao fritar?
Não estamos todos preocupados q.b. com a obesidade infantil?

2 de novembro de 2007

O pão não é vilão!

Dizem as más-línguas que o pão engorda! Para quem culpa o pão dos seus problemas com o peso, aqui estão 5 boas razões para deixarem o "pãozinho" em paz!


1 - O pão é saúde
Seja qual for a sua origem - trigo, centeio, milho ou de mistura, a ingestão diária de uma ou mais doses de pão é hoje recomendada por médicos e nutricionistas como fazendo parte de uma dieta saudável e equilibrada, com efeitos muito salutares no funcionamento do organismo.

2 - O pão não engorda
É verdade! É o que comemos com o pão que nos pode fazer engordar. Além disso satisfaz a fome durante um bom período de tempo.

3 - O pão é versátil
Já viu as mil e uma maneiras que existem para comer pão, e todas elas deliciosas?? Como refeição base, em sandes, torrado, frito, a acompanhar refeições ou simplesmente pão?

4 - O pão é barato
Nem tudo o que é bom sai caro. Felizmente ainda temos pão, um alimento saudável, delicioso e ainda por cima barato. Que mais podemos pedir?

5 - O pão é variado
Na forma e no conteúdo, o pão é dos alimentos mais diversificados que existem. Pão pequeno, pão grande, redondo, em barra, em forma, enfarinhado, a criatividade não tem limites...
Existem também inúmeras receitas de pão. Com misturas de farinhas de trigo e centeio ou milho, com sementes, com frutas, com queijo, com chouriço... há pães para todos os gostos!

Adaptado de "5 boas razões para comer pão" Eurest

25 de outubro de 2007

"95% dos municípios não têm nutricionistas"


A esmagadora maioria dos conselhos portugueses, responsáveis pela alimentação distribuída nas escolas do 1º ciclo, não tem nutricionistas. Só 5% dos municípios portugueses contam com estes especialistas para velar pela nutrição dos munícipes.


Diário de Notícias, 16 de Outubro de 2007


Quem está a fazer o nosso trabalho?

24 de outubro de 2007

Qual tarzan! O nutricionista é que vive na “selva”!

Fala-se muito sobre alimentação, mas só do que convém. No meio de tanto interesse e disparate, alguém tem que manter a ordem.
O nutricionista procura “dominar na selva”, é imparcial e só transmite o que a ciência já provou.
Falar é fácil! Na prática o nutricionista não pode chocar com os interesses das entidades que representa, mas pode promover alternativas saudáveis!

Se não se pode ultrapassar todos os obstáculos,
pode-se pelo menos contorná-los!

18 de outubro de 2007

Alimentos em cartaz

Cartazes há muitos, mas nem todos são iguais! Cada qual valoriza o produto à sua maneira, dependendo do alimento e do seu consumidor.

Uns optam por dizer que “faz bem” (corrente funcionalista),



...outros prometem prestígio, sucesso, bem-estar... (corrente estruturalista),



...e outros decidem conjugar as duas estratégias de marketing.

9 de outubro de 2007

Sabemos o que comemos ou comemos (ignoramos) o que sabemos?

Se sabemos o que comemos, mais facilmente compreendemos o porquê de comermos o que comemos. Ao termos consciência das nossas escolhas alimentares e do que está por detrás delas, mais depressa conseguimos mudar os nossos hábitos alimentares incorrectos.

Se comemos o que sabemos é porque o que sabemos não interessa retermos. O ser humano não age apenas de acordo com os conhecimentos que tem. Os nossos comportamentos são influenciados sobretudo por questões afectivas, espirituais, culturais, religiosas… que, muitas vezes, ultrapassam os nossos conhecimentos.

Quando sabemos o que comemos mais saudáveis ficaremos, mas se comermos o que sabemos certamente alargaremos!

2 de outubro de 2007

Porque será que se comunica tanto sobre alimentação?


A alimentação está na moda. Ligada à saúde e à imagem corporal, este é um tema sobre o qual todos se interessam e querem dar uma opinião.
Os profissionais de saúde já não são os únicos com voto na matéria. Hoje em dia a comunicação social está repleta de artigos e documentários que focam um ou outro aspecto desta vasta área.
É preciso, no entanto, um pouco de bom senso. É importante que a comunicação seja feita com qualidade, suportada por uma base científica correctamente interpretada e que tenha em consideração a população alvo a que se destina.

Comunicamos acerca do que mais nos interessa, a alimentação interessa-nos, daí que se comunique cada vez mais sobre alimentação!